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Análise GP da Alemanha de F1 – Temporada 2016, Corrida 12

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Na qualificação, Nico Rosberg tirou uma volta milagrosa da cartola e despachou Hamilton para a segunda colocação, dando a entender que iria fazer de tudo para conseguir sua vitória em casa. Assim seria, se Nico não tivesse desperdiçado sua vantagem na largada, aonde viu não apenas seu algoz assumir a liderança como também viu os carros da RBR lhe tomarem 2º e 3º lugares. Nico bem que tentou, tanto tentou que levou uma punição por espalhar o carro após ultrapassar Verstappen. No fim das contas, nem no pódio subiu, e viu Lewis Hamilton vencer a corrida e abrir 19 pontos de vantagem no campeonato.

Os carros da RBR andaram forte, o suficiente para Ricciardo e Verstappen se defenderem de Rosberg, mas não foram rápidos o bastante para incomodar a vitória de Hamilton. Destaque para Ricciardo, que fez valer sua experiência para chegar à frente do companheiro de equipe, e os dois completaram o pódio. E enquanto a RBR cresce, a Ferrari se vê cada vez mais longe do status de segunda força, com Vettel e Raikkonen cravando o 5º e 6º lugares, respectivamente. A atuação dos dois foi apenas razoável, sem qualquer chance de incomodar Rosberg ou os carros da RBR.

Hulkenberg fez ótimas ultrapassagens, especialmente no final da prova, e garantiu um belo 7º lugar, consolidando ainda mais a Force India como a mais forte das equipes intermediárias, superando a Williams. Seu companheiro, Perez, ficou apenas em 10º, mas foi igualmente combativo durante a corrida. O 8º lugar foi ocupado por Button, que finalmente teve um equipamento confiável, suficiente para garantir pontos importantes e, principalmente, chegar à frente de Alonso, que fez belas manobras de ultrapassagem, mas não conseguiu marcar pontos, terminando apenas em 12º.

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Bottas fez uma estratégia de apenas duas paradas e, com isso, garantiu o 9º lugar com a apática Williams. Felipe Massa, por sua vez, teve mais um final de semana para ser esquecido, e após ser tocado por Palmer (Renault) no começo da corrida, se arrastou pela pista até finalmente abandonar a prova na volta 38.

A equipe Haas voltou a mostrar um pouco de desempenho na Alemanha, com Gutierrez (11º) e Grosjean (13º) tendo bons momentos de competitividade ao longo da prova, mas não conseguiram chegar aos pontos. Sainz (14º) e Kvyat (15º) tiveram uma exibição bem apagada, com uma STR não muito combativa. Logo atrás deles veio Magnussen com a Renault, que continua aquém do potencial de uma equipe com tanto investimento, enquanto seu companheiro Palmer, que trocou o bico ao longo da prova, chegou apenas em 19º.

Quem continua a surpreender e merece ter chance em uma equipe grande é o alemão Wehrlein, que cravou o 17º lugar com a Manor, ou seja, foi novamente o melhor entre os piores. Seu companheiro Haryanto chegou em 20º e último lugar. Já Ericsson se arrastou com a Sauber e terminou em 18º lugar, enquanto Felipe Nasr abandonou a prova na volta 61.

Conforme prometido em nossa primeira edição, segue a atualização do EST (Expectativa de Sucesso na Temporada).

Mercedes: EST 10 de 10 (+ 0,1)
RBR: EST 9,3 de 10 (+ 0,2)
Ferrari: EST 8,6 de 10 (- 0,1)
Force India: EST 6,0 de 10 (+ 0,2)
Williams: EST 5,9 de 10 (- 0,3)
McLaren: EST 5,3 de 10 (+ 0,1)
STR: EST 5,1 de 10 (- 0,5)
Haas: EST 1,7 de 10 (+ 0,2)
Renault: EST 0,6 de 10 (- 0,2)
Sauber: EST 0,3 de 10 (+ 0,0)
MRT: EST 0,3 de 10 (+ 0,1)

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