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Volkswagen revela novo sedan Virtus

Um carro global, inédito e que apresenta novas percepções em design, inovação e alta performance. Assim nasce o Volkswagen Virtus, primeiro sedã construído sobre a Estratégia Modular MQB no País. O Brasil será o primeiro mercado do mundo a comercializar o Volkswagen Virtus, a partir de fevereiro de 2018. Na sequência, o modelo começará a ser exportado para diversos mercados. O Virtus traz novas concepções de aproveitamento de espaço interno e conforto. Além disso, o modelo conta com design único e níveis de acabamento que seguem os mais rigorosos padrões de qualidade dos sedãs da Volkswagen no mundo.

O modelo contará com duas opções de motor e duas de transmissão, que serão oferecidas de acordo com as particularidades de cada mercado. No Brasil, o Virtus terá três versões: MSI, Comfortline 200 TSI e Highline 200 TSI. A configuração MSI será equipada com o motor 1.6 de até 117 cv e câmbio manual de cinco marchas. As versões Comfortline e Highline contam com o conjunto mecânico do motor TSI de até 128 cv e transmissão automática de seis velocidades. Os dois motores são da família EA211, a mais moderna da Volkswagen.

O Virtus será produzido na Fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), graças ao investimento de R$ 2,6 bilhões, como parte do cronograma de investimentos da empresa no Brasil, até 2020, de R$ 7 bilhões. O aporte contemplou o desenvolvimento, a modernização da manufatura, testes de certificação e validação do produto, desenvolvimento local de peças, qualificação de pessoal, além de ações para os lançamentos dos modelos no Brasil.

O destaque da parte dianteira é o vinco que margeia a entrada de ar e corta o espaço entre o conjunto ótico principal e os faróis de neblina. Bem marcada, essa linha de caráter teve como referência o estilo do Volkswagen Arteon, que acaba de receber o prêmio Golden Steering Wheel 2017, um dos mais importantes da Europa e que é promovido pelas publicações Auto Bild e Bild am Sonntag.

No Virtus, as grandes superfícies dos faróis de neblina e indicadores de direção chamam a atenção. Elas terminam em ângulos com contornos tridimensionais. Entre elas ficam duas entradas de ar: uma em forma de “V” no meio e uma segunda entrada estreita que se estende por toda a largura. O resultado é que o Virtus tem visualmente uma “boca” bem ampla graças ao contorno da grade inferior do para-choque.

Os faróis, a grade do radiador e o para-choque foram desenhados para realçar a largura do veículo, o que é evidenciado pelo longo capô com contornos bem pronunciados. Vincos marcantes no capô saem das colunas “A” e correm em forma de “V” para o lado interno dos faróis e da grade do radiador. Adicionalmente a essas linhas, outros dois elementos de estilo correm pelo meio do capô e terminam na grade do radiador. A barra transversal superior da grade é pintada na cor da carroceria e se une às linhas dos faróis. Isso dá ao capô uma aparência visual mais baixa. Ao mesmo tempo, reforça a largura do Virtus.

Os faróis de perfil baixo e dupla parábola dão ao carro uma aparência mais concentrada, voltada para a frente. A segunda barra da grade do radiador é cromada e começa nas laterais do logotipo Volkswagen, unindo as linhas cromadas dos faróis. A assinatura das luzes de condução diurna em LED – ao lado dos faróis de neblina – também é inconfundível.

O Virtus adota a linha dupla em forma de flecha na lateral. A primeira passa pelas principais sessões laterais do modelo, do para-lama dianteiro, cruzando as portas e seguindo até a extremidade das lanternas traseiras. A segunda, mais abaixo, se desenvolve do grafismo 3D das lanternas traseiras e também se estende para a frente nos para-lamas dianteiros, onde sobe ligeiramente, encontrando a linha superior. Essa linha de caráter define o perfil lateral do sedã, formando uma forte seção de “ombros” e dando ao Virtus uma atitude rebaixada e esportiva.

Da coluna “B” (aquela entre as portas) para trás, o modelo traz traços ainda mais alongados e fluídos. Com 4,48 metros de comprimento, o Virtus é um dos maiores entre os seus concorrentes diretos. Como base de comparação, ele é 42,5 centímetros mais comprido do que o Novo Polo, também desenvolvido sobre a Estratégia Modular MQB. Isso muda completamente a perspectiva do veículo lateralmente. A começar pelo balanço traseiro.

A distância entre o centro da roda e o final do para-choque traseiro é de 1.027 mm (quase 50% maior do que a do Novo Polo). Não era para menos: são 521 litros de capacidade no porta-malas, um dos maiores da categoria.

O Virtus tem seus três volumes bem definidos: capô, lateral e traseira. Um sedã clássico, mas ele vai além. Como o teto tem uma caída rápida na coluna “C”, o Virtus traz caráter de cupê, principalmente pela forma que as linhas de teto se conectam com as do porta-malas, o que faz o vidro traseiro (vigia) ser bem inclinado, preservando o excelente espaço para a cabeça dos passageiros do banco traseiro.

O modelo fabricado em São Bernardo do Campo segue o padrão global de sedãs da marca Volkswagen, com lanternas duplas e identidade visual marcante. As grandes lanternas conectam os para-lamas com a tampa do porta-malas e têm um ângulo reverso, semelhante às do Jetta. Outro destaque é o defletor na região superior da tampa, colaborando com a aerodinâmica e evidenciando o visual esportivo. A placa fica bem ao centro da tampa do porta-malas, entre as lanternas, criando um layout harmonioso. O para-choque conta com um uma moldura na parte inferior, que atravessa toda a traseira. Dependendo da versão, esse elemento é cromado, tornando o conjunto ainda mais refinado.

O espaço efetivo para as pernas para os passageiros do banco traseiro é de impressionantes 910 milímetros (da base do encosto do assento traseiro até a parte de trás do encosto do banco dianteiro). São 1.390 mm de espaço para os ombros no assento traseiro. Dimensões suficientes para acomodar três adultos no banco de trás com conforto digno dos melhores sedãs médios. Soma-se a isso o acesso a bordo facilitado pelo amplo ângulo de abertura das portas traseiras, que são maiores, em relação às do Novo Polo.

A modularidade dos bancos é outro fator que colabora para a ergonomia e o ótimo aproveitamento de espaço na cabine do Virtus. Mais do que capacidade para acomodar cinco adultos, o sedã Volkswagen pode transportar grandes objetos. A área do porta-malas é de 1 m2, suficiente para guardar uma grande quantidade de malas.

Para transportar objetos maiores, basta rebater o assento traseiro que o Virtus oferece 1,82 metro de espaço (da tampa do porta-malas até a parte de trás do banco dianteiro). É possível ainda rebater totalmente para a frente o assento do passageiro dianteiro, o que proporciona um espaço livre de 2,65 metros (da tampa do porta-malas até o painel). Ou seja, é possível acomodar, por exemplo, um caiaque ou uma prancha de Stand Up dentro do Virtus e ainda uma pessoa se acomodar no banco traseiro.

Outro exemplo da funcionalidade da cabine do Virtus é o descanso de braço central (de série a partir da versão Comfortline), que é ajustável longitudinalmente em 100 mm. Sob ele há um compartimento de 1,26 litro de capacidade. O porta-luvas tem 8 litros de capacidade e possui refrigeração (versão Highline). Nas portas dianteiras há nichos que acomodam garrafas de 1,5 litro – as portas traseiras levam garrafas de 1 litro. Esses itens de conforto combinados são inéditos na categoria.

O Virtus tem acabamento requintado, elaborado conforme resultados de pesquisas com seus potenciais clientes. Para a versão Highline foi desenvolvido um interior sofisticado, em tom mais escuro. Há inserção de cinza tungstênio no painel, com alto brilho – a seção central, emoldurando o sistema de infotainment e o quadro de instrumentos, é em “preto piano” (brilhante). Os bancos da versão Highline são do estilo “Inazawa” com embossagem e na tonalidade cinza clara, que transmite classe e ressalta a amplitude do habitáculo do interior do modelo.

O cliente da versão Comfortline busca percepção de valor, que é obtida por meio do contraste de cores. Por isso, foi desenvolvida uma combinação de cinza Paladium com maior inserção de preto Titan na parte inferior do painel e pelo interior do Virtus. A seção central do painel possui inserto em preto brilhante.

Os bancos da versão Comfortline também têm tecido com embossagem, em padronagem que forma contraste e realça o aspecto de conforto da versão. A configuração 1.6 MSI do Virtus traz interior claro, na cor cinza Paladium. Os bancos contam com revestimento com desenho estruturado, que transmitem robustez.

Outra diferenciação visual entre as versões está nas rodas de liga leve. O Virtus conta com alguns conjuntos exclusivos, como o de aro 15 polegadas no estilo “Scimitar”. O sedã marca a estreia também das rodas de liga leve de 16 polegadas estilo “Nick”. As rodas de 17” com design “Razor” são oferecidas para a configuração topo de linha.

O foco do desenvolvimento da cabine foi no contínuo crescimento da digitalização dos mostradores e controles, assim como da conectividade. Com orientação horizontal, o painel do Virtus promove a interação entre o painel totalmente digital Active Info Display e os sistemas de infotainment.

A arquitetura do painel teve como objetivo posicionar o sistema de infotainment na parte de cima, para poder ficar na linha direta de visão do motorista. Como o display é unificado visualmente aos instrumentos para criar uma “ilha”, também ficou claro que as saídas de ar centrais tinham de ficar para baixo. Tudo isso resultou em uma arquitetura contemporânea, introduzindo uma nova era de digitalização e conectividade na categoria.

Localizado no meio da “ilha” preta brilhante fica a tela do sistema de infotainment. O único botão adicional nessa área é o do interruptor do pisca-alerta. À esquerda, a “ilha” chega ao nível dos instrumentos. Isso cria uma paisagem coerente para o cockpit digital, especialmente em conjunto com o Active Info Display (recurso inédito nessa categoria).

No nível abaixo estão os controles do ar-condicionado. O painel é levemente inclinado para o motorista no centro. Isso também acontece com o console central, com a empunhadura do câmbio e os botões das várias funções de condução do carro.

Outro benefício da Estratégia Modular MQB é a possibilidade de instalar tecnologias de classes de luxo em modelos produzidos em larga escala. Com isso, o Virtus traz a segunda geração do Active Info Display, sistema Discover Media com tela sensível ao toque de 8 polegadas e aparência de smartphone, além de duas entradas USB com capacidade de 2 ampères, entre outros itens.

No Active Info Display, os instrumentos são implementados virtualmente via software. Somente as luzes/ícones na borda inferior do mostrador são instalados em hardware. Informações de navegação podem ser mostradas em 2D ou 3D, em uma tela de 10,25 polegadas, do tamanho de um tablet. Sua resolução de 1.440 x 540 pixels permite gráficos extremamente precisos e de alta qualidade. Por exemplo, o modo de navegação: nesse caso, o velocímetro e conta-giros são deslocados para os lados, a fim de criar mais espaço para o mapa.

As informações sobre as funções de condução, de navegação e de assistência podem ser integradas em áreas gráficas do velocímetro e conta-giros, conforme necessário. Dados que são exibidos no console central pelo sistema de infotainment, como contatos de telefone ou capas de álbum, também podem ser exibidas no Painel Digital Programável. Todas as versões do Virtus trazem de série o suporte para celular sobre o painel, com entrada exclusiva USB para carregamento.

Em qualquer versão do Virtus o motorista encontra a posição ideal de dirigir – o assento do condutor tem ajuste de altura de série em todas as versões. Há oferta de regulagem de altura e distância do volante para melhorar ainda mais a ergonomia.

O acerto da suspensão do Virtus também colabora para a excelente dirigibilidade. O modelo tem configuração dianteira independente tipo McPherson e interdependente na traseira, com eixo de torção, desenvolvida exclusivamente para garantir o conforto em condições de rodagem nas ruas e estradas da América Latina. O Virtus traz pneus “verdes”, de baixa resistência ao rolamento, que colaboram para a redução no consumo de combustível.

As versões Comfortline e Highline do Virtus estão disponíveis exclusivamente com o motor 200 TSI, que é combinado à transmissão automática de 6 marchas. Essa transmissão oferece a opção de trocas manuais sequenciais Tiptronic, operada por meio da alavanca de câmbio ou pelas aletas (“shift paddles”) no volante. O motorista também conta com o modo de acionamento esportivo (posição “S”), que altera os momentos das trocas de marchas para rotações mais elevadas, proporcionando aceleração mais rápida, para um comportamento mais dinâmico do veículo.

Com três cilindros e 999 cm³ de cilindrada, o motor 200 TSI é da família EA211 – que também se caracteriza pela modularidade. Total Flex, esse motor é capaz de rodar com gasolina, etanol ou a mistura dos dois combustíveis em qualquer proporção. A potência máxima é de 128 cv (94 kW) com etanol e 115 cv (85 kW) com gasolina a 5.500 rpm, com torque máximo de 200 Nm (20,4 kgfm), com gasolina ou etanol, de 2.000 a 3.500 rpm. Equipado com esse motor, o Virtus acelera de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos e atinge velocidade máxima de 194 km/h (dados com etanol).

Versões, equipamentos e preços:

Virtus 1.6 MSI por R$ 59.990 – Ar-condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros e traseiros elétricos, suporte de celular com entrada USB, sistema de som Media Plus com conexão Bluetooth, retrovisores e maçanetas na cor do veículo, rodas de ferro aro 15″ com calotas, alarme, 4 airbags, controle de tração (MBS), cintos de 3 pontos para os 5 ocupantes e sistema de fixação de assentos infantis Isofix. Como no Polo, fica devendo a oferta de coluna de direção ajustável e os retrovisores elétricos, ainda que como opcionais.

Opcionais – Safety Pack (Bloqueio eletrônico do diferencial, controle de estabilidade e assistente de partida em rampa) e Connect Pack (Composition Touch com App-Connect, volante multifuncional, rodas de liga aro 15″ e sensor de estacionamento traseiro.

Virtus 1.0 TSI Comfortline por R$ 73.490 – MSI + volante multifuncional, 2 entradas USB, multimídia de 5″ Composition Media com App Connect, sensor de estacionamento traseiro, retrovisores elétricos com função tilt down, saída de ar traseira com porta-objetos e porta USB, direção com ajuste de altura e profundidade, rodas de liga aro 15″, grade dianteira com inserto cromado, lanternas traseiras escurecidas, repetidores de seta nos retrovisores, bloqueio eletrônico do diferencial, assistente de rampa, freios a disco nas 4 rodas e controle de estabilidade.

Opcionais – Tech I (shift paddles no volante, entrada sem chave, piloto automático, sensor de estacionamento dianteiro, sensor de chuva e iluminação, rodas de liga aro 16″ e retrovisor interno fotocrômico) e Tech II (indicador de pressão dos pneus, frenagem automática pós-colisão, detector de fadiga, porta-luvas refrigerado, câmera de ré, ar-condicionado digital).

Virtus 1.0 TSI Highline por R$ 79.990 – Comfortline + entrada sem chave com partida por botão, shift paddles no volante, “piloto automático”, porta-luvas refrigerado, ar-condicionado digital Climatronic, rodas de liga aro 16″, grade dianteira preta brilhante com inserto cromado, luz de condução diurna em LED (DRL).

Opcionais: Tech pack (painel digital com tela TFT de 10,2″, Discover Media de 8″ com GPS, detector de fadiga, frenagem automática pós-colisão, câmera de ré, sensor de chuva e iluminação e sensor de estacionamento dianteiro), rodas de liga aro 17″, banco do passageiro dianteiro rebatível e revestimento dos bancos em couro sintético.

Fonte: Volkswagen do Brasil – Assuntos Corporativos e Relações com a Imprensa

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