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Avaliação – Citroën C3 Solaris 1.6 Flex automático 2011

O C3 Solaris é oferecido em uma única versão, equipada com um motor 1.6 flex de 16 válvulas, que gera 113 cv com álcool e 110 cv se abastecido com gasolina. Serão produzidas apenas 1.400 unidades. O modelo ainda contava com rodas de liga leve de 15 polegadas, rádio CD Player com comandos na coluna de direção e mostrador de três linhas integrado ao painel, que exibe as principais informações do computador de bordo, esses itens pertecem ao Pack Star, oferecido pela montadora. Entre os principais concorrentes com câmbio automático ou automatizados estão o Volkswagen Polo Sportline i-Motion que custa R$ 50.616 e o Honda Fit LX 1.4 automático que começa em R$ 56.820.

O C3 Solaris chama bastante atenção por onde passa, mesmo sendo um projeto antigo (desde 2003), o modelo sofreu algumas alterações, em agosto de 2008 e tem a mesma “cara” até hoje. O C3 é estiloso, isso não podemos negar, mas nem todos gostam do seu desenho revolucionário, que é mais apreciado, principalmente pelas mulheres, que diga minha esposa, que admirou bastante o estilo do carro, com suas curvas e linhas marcantes. Se por fora ele tem uma personalidade forte, não posso dizer o mesmo da parte interna. Apesar de ser confortável para os passageiros da frente, quem vai atrás sofre um pouco com o aperto, onde um quinto passageiro iria sofrer em uma viagem mais longa, ou no caótico trânsito das grandes cidades. A C3 Solaris, lançado em março deste ano, trás como grande novidade o teto solar elétrico de fácil utilização, que deixa a sensação de liberdade mais evidente, ainda mais nesses tempos frios, aqui no Rio de Janeiro, aonde o ar-condicionado é dispensável em alguns momentos. Por dentro a ergonomia não ajuda muito em alguns casos, como por exemplo, o botão do vidro elétrico, que fica no console central, obrigando o motorista a desviar atenção do volante caso queira abrir os vidros durante o caminho, para colocar as chave na ignição a mão esbarra na coluna de direção. O volante também atrapalha um pouco nas manobras, a sua base possui um calombo que dificulta na hora de executar as manobras, assim como o jogo que é bem curto, forçando o motorista a ajustar mais vezes o volante, tanto para entrar ou sair de uma vaga mais apertada. Outro detalhe que incomoda bastante é o fechamento das portas, que tem que ser feito com força, pois caso contrário, elas ficam semi-abertas. O modelo testado apresentava um barulho constante no porta-objetos da porta do motorista e o próprio teto-solar tinha uns “grilos” que incomodavam bastante. A posição de dirigir é fácil de achar, apesar dos comandos de para ajustar os banco serem incompatíveis com o padrão nacional. Ao volante o carro é bem agradável, a suspensão firme deixa o C3 à vontade nas curvas mais fechadas, assim como em velocidades mais elevadas, acima de 150 km/h, aonde a carroceria não flutua muito nas retas. O câmbio automático do modelo testado é bem escalonado, mas deixa uns trancos nas marchas mais curtas, mas nada que incomode, sabendo usar esse câmbio normalmente, sem sustos. Seu consumo, com etanol, marcado no computador de bordo foi de 6,2 km/l, o que fez com que o modelo avaliado percorresse apenas 230 km em perímetro urbano, sempre com o ar-condicionado ligado.

Mais fotos no blog: http://carpointnews.blogspot.com/2010/07/avaliacao-citroen-c3-solaris-16-flex.html

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