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Avaliação – Chevrolet Cobalt 1.4 Econoflex 2012

Fotos: Marcus Lauria

Lançado para ocupar um novo segmento na linha da marca no Brasil, o Chevrolet Cobalt se apresentou como uma opção que atende as necessidades de diferentes consumidores. O carro agrega qualidades, mas ficou carente de um motor mais potente para o seu tamanho e peso. O Cobalt é oferecido em três versões (LS, LT e LTZ) com preços sugeridos que partem de R$ 39.980 a cerca de R$ 47.500.

Testamos a versão topo de linha LTZ, que traz uma série de equipamentos de segurança e conforto. Para oferecer proteção aos passageiros, o veículo foi equipado com freios ABS com EBD, duplo air bag frontal e faróis de neblina. E para tornar o carro mais aconchegante, a versão vem com direção hidráulica, ar-condicionado, volante e banco do motorista com regulagem de altura, alarme, vidros e retrovisores elétricos, destravamento das portas e abertura do porta-malas por controle remoto, computador de bordo e rádio multifuncional. A decoração também é caprichada na versão LTZ com acabamentos cromados na grade frontal, no para-choque traseiro e no interior, completando com rodas de alumínio aro 15″. O porta-malas é o melhor do segmento, com 563 litros de capacidade.

Antes de começar a dirigir, o motorista entra em contato com um habitáculo confortável, que proporciona bom espaço interno para cinco ocupantes. A versão LTZ traz um acabamento requintado nos tecidos, costuras e painel, tudo mesclado em dois tons de cores. Os cromos foram bem empregados nos controles do ar-condicionado, painel, portas e controle dos faróis. Para uma melhor ergonomia, o condutor pode regular a altura do volante e do banco, queajudam a encontrar a posição correta de conduzir. O ajuste dos espelhos retrovisores é feito por comando elétrico. A iluminação “Ice Blue”, conhecida dos modelos Chevrolet, ficou harmônica com o painel de display digital que traz o computador de bordo com quatro funções e não cansam a vista do motorista.

Em movimento, os passageiros viajam em um veículo silencioso, livre dos ruídos externos e do motor, resultado do ótimo trabalho de isolamento acústico do habitáculo. O Cobalt também ficou bem preparado para as condições do nosso asfalto, com uma suspensão que absorve bem os desníveis e os buracos lunares de nossas ruas e evita trepidações para os passageiros. Para o motorista, as curvas mais exigentes são feitas com segurança, pois o sistema mantém a tangência e não deixa o sedan escapar, mantendo sempre a trajetória.

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Um Comentário

  1. O carro pode até ser bem acabado, mas é muuuuito feio, pois a GM agora está com mania de enfiar frente de caminhão em todos os seus carros e sem contar que o Cobalt americano, que saiu de linha lá nos “Iztaduzunidus” pode até ter sido um carro sem sal no design, mas mesmo assim dava de 10 a 0 nessa enjambração brasileira, sem contar que o consumidor paga quase R$ 40.000 na versão básica desse carro pra ter um desempenho inferior a de um Celta e isso só pra manter dentro da mesma marca.

    Saudades do tempo em que a GM sabia fazer carro.

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