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Avaliação – Chevrolet Agile LTZ 1.4 Easytronic 2013

Fotos: Marcus Lauria

Sem muito alarde, o Chevolet Agile LTZ 1.4 Easytronic foi revelado em outubro desse ano. A novidade chegou junto com a estreia da segunda geração do câmbio automatizado – a primeira geração desse câmbio foi mostrada pela primeira vez na Meriva, em 2007. O modelo que vendeu em outubro 200 mil unidades no Brasil recebeu essa novidade para alavancar ainda mais as vendas. Além disso, em 2013, o hatch compacto da marca da gravatinha dourada vai ganhar um facelift e ficar com a dianteira parecida com a do recém lançado Onix.

Com as vendas iniciadas no início de novembro, o Agile Easytronic tornou-se o modelo mais caro da linha. Segundo a própria marca, a transmissão Easytronic – fornecida pela Magneti Marelli e agora acompanhada do sufixo Gen II (de segunda geração) – funciona praticamente igual ao uma transmissão automática, tracionando o veículo assim que o pedal do freio é liberado. Isso foi comprovado durante o teste, antes, ao engatar o “D” no cambio, o carro não saia do lugar, agora ao engatar a mesma marcha, o modelo já começa a andar. Essa nova função é chamada pelo nome, “creeping” (“rastejante” em inglês) e também é utilizada pelo câmbio Dualogic, da Fiat.

A transmissão Easytronic Gen II conta com o sistema “Auto Start”, que permite o acionamento do motor com um leve toque da chave, sem a necessidade de insistir no motor de arranque da partida. As trocas ficaram menos sofridas, com trancos quase imperceptíveis em certos momentos. Mas mesmo assim, em velocidades mais elevadas com o pé mais embaixo o trancos são fortes e incomodam bastante.

Além do câmbio automatizado, oferecido apenas na versão top LTZ 1.4 flex, o modelo chega bem recheado de equipamentos de série, como direção hidráulica, ar-condicionado, sensor de luminosidade, computador de bordo, controle de cruzeiro, faróis de neblina, entre outros.

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